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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 3 meses
Artigo excelente! Qdo a gente começa a estudar direito tributário, percebemos que é uma área perfeitamente ao alcance da "clínica geral". Muitos casos de repetição de indébitos tributários são simplíssimos e podem ser realizados por qualquer advogado, não necessitando de especialistas. Pequenos empreendedores, comerciantes autônomos e até pessoas físicas têm seus caraminguás a serem restituídos e esse ativo, que poderia fazer uma enorme diferença imediata em suas vidas, especialmente no fim do ano, fica perdido para sempre, porque eles não têm assessoria jurídica atenta. E não têm recursos para contratar "especialistas". Na maioria das vezes, mal sabem que têm alguma coisa a receber. Nós, advogados autônomos de escritórios modestos, podemos e devemos estar atentos, pois se estivermos preparados, ao nos depararmos com a situação financeira do cliente em simples ações trabalhistas ou de família, podemos identificar situações e valores e ofertar o serviço "extra", o que nos trará em honorários, uma renda "extra" também. E mais: um conhecimento mínimo necessário também irá te abrir outras portas, pois ao identificar uma situação mais conflituosa e complexa, talvez vc perceba que o seu cliente tem uma causa (coisa que sem vc nem ele saberia), mas que a complexidade exige a atuação de um colega especialista. A indicação de clientes ao colega poderá fazer nascer uma parceria. Em atenção a isso, esse colega também poderá te indicar outros clientes para áreas mais afeitas à sua atuação. Todos ganham, de um jeito ou de outro. Mas pra isso, é preciso que todos os advogados se conscientizem da importância em ter conhecimentos de direito tributário, ainda que básicos e desenvolvam o interesse em buscar esse conhecimento. Se gostar muito, quem sabe até se especialize. Mas do contrário, não tem nada a perder e sempre terá algo a ganhar. Como dizia uma professora do ensino fundamental que tive na infância: "conhecimento não ocupa espaço" (sempre que um aluno manifestava desinteresse em "geografia", por exemplo, alegando que precisava estudar "matemática").
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